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Monday, April 16, 2018 by Bone

Considerada uma das cidades mais deslumbrantes da Europa Ocidental, a capital holandesa (e também maior cidade do país), recebe uma média de 4 milhões de turistas todos os anos.

Na mala, expectativas de  explorar a rica herança cultural e histórica da capital. Com mais de 50 museus disponíveis no menu, Amsterdã respira arte. Os pintores Vincent Van Gogh e Rembrandt Harmenszoon van Rijn são alguns dos tesouros da cidade. A jovem escritora Anne Frank também ocupa um lugar privilegiado no coração dos holandeses e turistas de todo o mundo.

Nascida na Alemanha e de origem judaica, Anne se tornou mundialmente famosa com a publicação póstuma de seu diário, no qual relatou as experiências dos dois anos em que sua família se escondeu em cômodos secretos de um edifício comercial em Amsterdã para evitar a perseguição por parte dos nazistas.

A série de relatos, que recebeu o nome de “Diário de Anne Frank”, compilada por Otto Frank (pai de Anne e único sobrevivente da família), foi inicialmente publicada em 1947.  O diários se tornariam depois um dos livros mais emblemáticos do século XX, e o Museu de Anne Frank uma atração imperdível para quem visita a capital holandesa.

Cercada por canais, (são mais de 1200 pontes cortando a cidade), Amsterdã é mundialmente conhecida pelo popular meio de transporte sob rodas que já se tornou um cartão postal da capital. Os inúmeros edifícios em estilo gótico na beira dos canais e os barcos ancorados, que servem como moradias, adicionam um charme irresistível e uma dose de romantismo a esta cidade.

Aliás, charme é o que não falta a este recanto holandês: extremamente educados e simpáticos, os holandeses fazem o visitante se sentir em casa. Haja paciência para aguentar turista (como esta que aqui vos fala) andando nas ciclovias, que também dividem espaço com as scooters e com os trens elétricos.

Bater perna em Amsterdã é um desafio maior ainda que entender a língua holandesa. Carros, bicicletas, motos e os trens elétricos disputam espaço com os milhares de turistas que transitam na cidade (andar a pé é certamente a melhor pedida). A barreira da língua é, porém, facilmente compensada pelo inglês fluente da população e uma atitude “free spirit” de se viver a vida.

Capital dos desejos

Amsterdã também atrai turistas interessados num outro aspecto da cidade tão famoso quanto a sua arquitetura: a multiculturalidade e o pensamento liberal e tolerante de sua sociedade.

Sexo fácil, maconha legalizada, respeito a escolha sexual de indivíduos (a parada gay de Amsterdã é uma das maiores e mais populares do mundo) e uma  sensação de que em Amsterdã “tudo é possível”, são um dos grandes atrativos da cidade.

O Bairro da Luz Vermelha (The Red Light District, em inglês), é parada obrigatória quando se visita Amsterdã. Extremamente turístico durante o dia, é ao entardecer que o bairro se torna irresistível devido a movimentada indústria do sexo, que certamente dá um tom de Moulin Rouge à área.

Legalizada na Holanda em 2000, colocando assim um ponto final numa longa política de tolerância, a prostituição é um elemento forte do distrito. Shows de strip-tease e sexo ao vivo acontecem todas as noites nos inúmeros clubes noturnos e os diversos sex shops oferecem opções para todos os gostos (e bolsos).

Os turistas também podem se deslumbrar com as performances de prostitutas semi-nuas nas vitrines, tentando atrair clientes. Por um preço que varia de 30 a 50 euros, o turista negocia na hora (e sob o olhar de curiosos) o serviço desejado (média de 15 minutos) e então é levado para a parte de trás da cabine, que acomoda cama e banheiro.

As cortinas se fecham e é “business as usual” para as meninas do bairro da luz vermelha. Já para aqueles turistas que não resistem registrar cada momento, aqui vai a dica: as meninas gostam de “uma certa privacidade” e ficam extremamente irritadas com a presença dos “flashes”.

“Não” é probidido fumar maconha

A maconha também é legalizada em Amsterdã, porém de uma forma responsável. Aparentemente, não é mais permitido fumar em lugares públicos, mas o cheiro de maconha pode ser sentido à distância na capital (procuradores geralmente não dão queixa pela posse de pequenas quantidades).

O consumo de maconha é reservado aos tão populares “coffee shops” que adicionam uma característica única ao Bairro da Luz vermelha. Aqui o turista pode entrar, comprar um baseado e fumar sem medo de ser preso ou julgado pelos ocupantes da mesa ao lado.

No “Green House”, um dos mais  populares, a fumaça de maconha pairando no ar é inebriante. Eles também servem os famosos Space Cakes (bolos de chocolate com maconha) que servem como uma alternativa para o consumo da erva e custam, em média, 7 euros.

O gosto é relativamente parecido com um bolo tradicional e se não fosse pela extasia gerada pelo consumo de maconha, o turista poderia (por um instante) estar em qualquer café holandês. O chá de cogumelo, também muito apreciado pelos consumidores de maconha, não faz mais parte da maioria dos menus. Embora alguns coffee shops continuem vendendo o chá que dá alucinações, o visitante precisa de uma dica “local” para saber onde procurar.

E para aqueles que só querem observar, o bar também serve bebidas alcoólicas e bebidas quentes. Já para aqueles que preferem uma certa privacidade, nos fundos do café todos os tipos e quantidade de maconha podem ser comprados à vontade.

Vida boêmia sob ameaça?

Tanto a indústria do sexo quanto a legalização da maconha tem atraído turistas (principalmente jovens) aos milhares à capital. Com os turistas, problemas como abusos sexuais, aumento da violência e casos de overdose inundam a cidade, levando o governo holandês a rever a densidade de tal pensamento liberal e tolerante presente em Amsterdã.

Nos próximos dez anos, o governo pretende reduzir o número de casas de massagens e uma completa revitalização do bairro está prevista numa tentativa de trazer mais segurança e charme para o distrito, tornando-o uma área mais habitável e mais segura, tanto para os habitantes locais, quanto para os turistas.

De acordo com o plano anunciado, Amsterdã ira gastar de 30 milhões a 40 milhões de euros, e uma série de galerias de arte, hotéis, restaurantes e lojas prometem dar uma cara mais moderna e alternativa ao distrito.

O plano almeja reduzir de 482 para 200 o número de vitrines que a indústria do sexo tem em Amsterdã. Em relação aos coffee shops, o ambicioso plano pretende fechar metade dos 76 estabelecimentos presentes no centro da cidade, numa intenção genuina de reduzir o consumo de drogas na capital.

O plano só deve ser concluído em menos de 10 anos e os responsáveis pela revitalização prometem que apesar das mudanças, Amsterdã irá segurar firme na reputação libertária e atitude tolerante que marca esta cidade tão deslumbrante.

E o melhor de Amsterdã? Um ditado popular diz o seguinte: “o que acontece em Amsterdã, fica em Amsterdã”. Então, bem- vindos a Amsterdã.

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